Estilos Artísticos Vikings: A Evolução da Arte Ornamental Nórdica

 

Estilos Artísticos Vikings: A Evolução da Arte Ornamental Nórdica

Os estilos artísticos vikings são classificações usadas por arqueólogos para identificar padrões visuais em objetos, revelando a evolução cultural dos povos nórdicos ao longo do tempo.

Estilo Oseberg (Noruega) – Século IX: arte fluida, com animais estilizados e entrelaçados; origem em Oseberg, cerca de 800–850 d.C.; caracteriza-se por formas curvas, movimento contínuo e o chamado “animal agarrador”.

Estilo Borre (Noruega) – Séculos IX–X: arte mais geométrica e organizada; origem em Borre, cerca de 850–950 d.C.; apresenta correntes entrelaçadas, simetria e padrões repetitivos.

Estilo Jellinge (Dinamarca) – Século X: estilo elegante e mais limpo; origem em Jelling, cerca de 900–975 d.C.; animais alongados em forma de “S”, com composição equilibrada e menos densidade visual.

Estilo Mammen (Dinamarca) – Século X: arte refinada que mistura animais e elementos vegetais; origem em Mammen, cerca de 960–1020 d.C.; traz folhas, vinhas e detalhes mais orgânicos.

Estilo Ringerike (Noruega) – Séculos X–XI: arte mais definida e com influência externa; origem na região de Ringerike, cerca de 1000–1100 d.C.; apresenta animais mais claros, linhas fortes e elementos cristãos.

Estilo Urnes (Noruega) – Século XI: o mais sofisticado e último estilo da tradição viking; origem em Urnes, cerca de 1050–1150 d.C.; caracteriza-se por linhas finas, elegantes e animais longos entrelaçados com grande fluidez.

No conjunto, esses estilos mostram uma evolução clara: do entrelaçamento mais denso e caótico até uma arte refinada, leve e quase minimalista, refletindo a transformação cultural dos povos vikings ao longo do tempo.




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